quarta-feira, 27 de julho de 2011

Docência (e formação docente) na educação a distância: notas para a reflexão

Revista Educação em Perspectiva acaba de publicar seu último número em
http://www.seer.ufv.br/seer/educacaoemperspectiva/index.php/ppgeufv.
Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e itens
de interesse.

Nesta edição, publiquei um artigo que trata do tema: 'Docência (e formação docente) na educação a distância: notas à reflexão'.

RESUMO: Este texto discute e problematiza a docência (e a formação docente)
na educação a distância, num contexto marcado por contradições nas
diretrizes das políticas de formação de professores. Trata-se de modalidade que
tem sido definida como prioritária, por meio de diferentes programas, projetos
e ações, e não mediante políticas e diretrizes mais amplas articuladas àquelas
de formação presencial de professores. O objetivo deste texto é apresentar
uma discussão de como se constitui e como se revela a docência (e a formação
docente) na Educação a Distância (EaD). Em virtude da complexidade
da temática e dos limites da sua compreensão, essa reflexão representa apenas
um esforço inicial de problematizar a temática e buscar alternativas possíveis
para aprofundamento do debate em curso.

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra. Vamos discuti-lo? qual a opinião de vocês sobre a temática e as reflexões estabelecidas?

35 comentários:

  1. sou formada em pedagogia no ensino presencial e formada em serviço social na educação a distancia, ambas me oportunizaram excelentes professores, porem posso dizer que ao final das duas faculdades saí cheia de medos, angustias e inquietações, e porque não, “despreparada” para o mercado de trabalho... digo isso, não por falta de informação, mas por insegurança, foram tantos conhecimentos adquiridos e ao mesmo tempo nenhum especificamente direcionado, daí entra a pós-graduação. Estou certa?

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  2. Percebemos, cada vez mais a necessidade de qualificação destes profissionais. A utilização de novas metodologias digitais podem auxiliar em muito na aprendizagem, porém não se deve abandonar os procedimentos normalmente adotados. Desta maneira, o desenvolvimento contínuo dos profissionais desta área de atuação deve ser cada vez mais intenso, como você colocou em seu artigo, um grande desafio pela frente como educadores em defesa da docência na educação a distância com qualidade.

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  3. Olá, Lígia e Adri... que bom que tenham lido o texto. Tenho pensado muito na docência na educação a distância, e vejo que o trabalho pedagógico tem sido limitado a 'animação' de ambientes virtuais. É claro que há experiências diferenciadas, mas estou falando em âmbito geral. Isto tem, de certa forma, esvaziado a docência na tutoria. Há cursos, inclusive, de nível superior que exigem 'tutores' sem a menor condição para discutir as temáticas em foco. E essa questão não se limita as práticas pedagógicas, mas a questão de valorização desses profissionais. A maioria é contratada temporariamente, sem nenhum direito. Muitos são docentes do ensino superior, por exemplo nos cursos de licenciatura, mas as universidades não certificam esses 'tutores' como docentes. Essa questão precisa ser discutida, debatida... e precisamos entrar na discussão mais ampla de formação e valorização dos professores da educação básica. Afinal, tutoria é docência. Se os governos querem institucionlizar as políticas de educação a distância, devem começar pela insitucionalização dos profissionais da educação a distância. O que pensam a este respeito?

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  4. Bom dia. Meu nome é Lucineide mas todos me chamam de Neide.
    Comecei a fazer um curso de pós Graduação em EAD, não é como a presencial, que o professor sana suas dúvidas na hora, estou estranhando mas vou me acostumar .Este sistema Ead me lembra o Tele curso 2000 que voce assiste as aulas, além da tv acompanha as aulas fazendo exercícios via apostilas , falo isso porque conheci uma pessoa que fez desta forma. Depois disso esta pessoa fez um curso tecnico em Quimica.
    Não tenho contato direto com ela mas sei que ela lutou conseguiu vencer.
    Como temos que seguir alguns blos e divulgar experiências escolhi estepar ser seguidora. Até semana que vem.

    Neide.

    Att

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  5. Bom dia Simone e todos os leitores deste blog. Gostaria primeiramente de parabenizá-la pelas excelentes matérias publicadas. Sou pedagoga, pó graduada e psicopedagogia e gestão de pessoas e inicio outra pós graduação em Metodologogias e Gestão para Educação a Distância. Sempre tive muita resistência a este tipo de Educação, mas tenho percebido com o decorrer do curso a seriedade e comprometimento este tipo de Educação exige de seus alunos, selecionando naturalmente aqueles que não tiver seu auto estudo organizado. Ao meu ver, acho que no Brasil ainda é um tema para ser muito discutido e normatizado, organizado, já que mesmo a EaD ter surgido desde os primórdios, a sociedade ainda não se "acostumou" com este tipo de trabalho. Continuarei acompanhando seu blog, o que com certeza me trará muita informação e esclarecimento para inúmeras dúvidas ainda existentes.
    Forte abraço
    Valéria
    P.S.gostaria de receber uma resposta a este comentário no blog; valeriamferreira.blogspot.com

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  6. Simone, seu artigo, claro e muito bem escrito, permite aos iniciantes como eu compreender e refletir sobre a formação do professor para e pela EAD. Como professora formadora de professores certos aspectos abordados no texto incitaram-me muito, como a abordagem sobre o papel dos tutores: “o tutor, enquanto mediador dos processos de ensino-aprendizagem, não pode ser reduzido a mero ”animador”, “conselheiro” e/ou “administrador” dos processos de ensino, mas deve ser considerado, ainda que sob a condição de parte da “equipe docente” (p.171-172). Entretanto há uma substituição de professores por profissionais pouco qualificados e consequntemente não reconhecidos, profissional e financeiramente, para assumir esse papel, como você afirma na citação sobre a UAB: “(...)De acordo com documentos legais, a tutoria que atua na mediação dos cursos de graduação e licenciatura da Universidade Aberta do Brasil não se caracteriza na categoria de docência do ensino superior; logo, não pode ser certificada, remunerada, nem tem suas garantias trabalhistas reconhecidas como tal.. (178).
    Ainda há que se falar que, apesar de concordar plenamente com você quando afirma: “Não há como negar a EaD como possibilidade de formação docente, ainda que não acreditemos em sua prioridade para a formação docente, sobretudo na formação inicial”. (p.185), há apenas na UAB, 42 cursos de Pedagogia que habilitam para o magistério na educação infantil e séries iniciais do EF, multiplicando-se isso pelo alcance da EAD teremos um grande número de professores da educação básica formados prioritariamente em EAD.
    Diante desses aspectos desejo compartilhar o que talvez seja minha própria “crise de identidade”: Onde está e para onde vai a docência presencial? Será que, como professora, equivocadamente temo pela extinção de minha ultrapassada profissão, não conseguindo ver um futuro papel na EaD, ou realmente na atual situação da educação a distância são poucas cabeças pensantes e uma grande mão de obra não necessariamente qualificada ocupando o papel de tutores?

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  7. Olá Simone!!
    Parabéns pelo artigo!
    Sou professora tutora para o EAD e seu artigo diz exatamente o que estou vivenciando, parece que me vi em vários trechos.
    É muito gratificante poder ler este artigo e esclarecer dúvidas que surgem no cotidiano em sala de aula.
    Uma das coisas que pude perceber nos alunos, é que muitos optam pelo ensino a distância porque "acham que é mais fácil", quando na verdade eles não percebem que as aulas não são somente nos dia marcados, que eles devem buscar informações além da sala de aula.
    Como tutora, esclareço todas as dúvidas e quando não tenho resposta vou buscar com os professores EAD (isso os alunos também podem fazer, pois eles têm livre acesso aos professores a distância), só que os alunos nos vêem como sua referência e seu apoio, muitas vezes nem lembram do professor a distância.
    Eu vejo que ser professor tutor de EAD exige bastante conhecimento além da formação na área da tutoria, pois temos que saber de tudo um pouco para poder auxiliar os alunos em suas dúvidas.
    Sou formada em administração com ênfase em gestão ambiental e para me aprimorar e ajudar ainda mais meus alunos, estou fazendo MBA na área de formação da qual sou tutora e também a pós em metodologia e gestão para EAD. Assim pretendo continuar na docência.

    Mais uma vez parabéns pelo artigo. :)

    Abraço

    Viviana

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  8. Olá Simone................
    Sou favorável ao comentário de nossa colega Profª. Maura no que diz respeito do papel do tutor sobre o ensino- aprendizagem. Falar que o tutor só será parte adjunta ao ensino, sem ter uma dinâmica junto ao aluno, fica meio vago o seu papel, alias não podemos nos esquecer que ele também é um Professor. O que fico preocupado realmente são cursos que são oferecidos sem um suporte adequado, ou vários alunos para apenas um tutor. Acredito sim nesta modalidade a EaD. Será o futuro se, prepararmos nossos alunos de hoje vindo da quinta série (sexto ano) para que no futuro próximo, eles possam ter êxito em seus estudos.
    Um forte abraço a todos.........Prof. Junior

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  9. Simone,

    parabéns por seu artigo. Como iniciante em estudos sobre EaD, o mesmo me proporcionou grande aprendizado, assim como outras leituras por você indicadas anteriormente. Seu comentário ("se os governos querem institucionalizar as políticas de educação a distância, devem começar pela institucionalização dos profissionais da educação a distância")tem total fundamento, afinal, como teremos professores/tutores preparados e comprometidos com o planejamento, design, produção, avaliação e acompanhamento das atividades de EaD sem a regulamentação e consequente valorização de suas atividades?
    Acredito muito na EaD em níveis mais elevados de educação, principalmente na aprendizagem de adultos (andragogia). O que vai ser estudado (currículo) é definido pela instituição, mas "como vai ser estudado" é definido pelo próprio aprendiz. Essa mudança de paradigma deve ser adotada nos modelos de EaD (materiais e mediações), considerando assim os diferentes estilos de aprendizagem, pois cada pessoa processa, absorve, retém e aplica as informações de maneiras diferentes.
    Além disso, cada vez mais as redes sociais vão estar incorporadas como ferramentas de aprendizagem (FAabook for Educators e YouTube Edu, por exemplo). Para tanto, como você mesma salientou no texto, é preciso incorporar essas inovações nos currículos dos cursos de licenciatura e pedagogia, pois só assim serão objeto de estudo e reflexão para a construção de novas práticas educativas (tanto no presencial quanto na própria EaD).

    Abraços.

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  10. Meu nome é Claudia Ap. Scatolini Bonato, sou aluna do Curso de Pós Graduação Lato sensu Metodologias e Gestão para Educação à Distância(Anhanguera Educacional - Campus Leme). Sou docente da área de biológicas e resolvi fazer o curso acreditando na formação continuada do professor, procurei pela especialização em EAD em virtude de se mostrar uma ferramenta amplamente utilizada atualmente. Como iniciante no assunto o seu blog vem me ajudando muito, bem como, as indicações de leitura nele postadas são ótimas e têm me ajudado a desenvolver e aprimorar as técnicas de ensino propiciadas por esta ferramenta em prol da educação.

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  11. Particularmente vejo como paradigma a atuação do professor, que no passado dominava todo o conteúdo e era responsável por “entregar” o conhecimento ao aluno. Agora o papel do professor tornou-se mais relevante. “O professor tem de levar os alunos a interpretar, organizar as atividades dos estudantes de forma a aproximá-los do conhecimento, trabalhando em grupos ou individualmente, pois acredito que tanto no ensino presencial como na EAD “Nenhuma tecnologia pode substituir o bom professor”.
    Mediante as mudanças ocorridas na educação a distancia penso que requer de todos nós uma discussão no interior da formação de professores em sentido mais amplo, pois assim como Sacristán (1995), penso que a mudança pedagógica e o aperfeiçoamento dos professores devem ser entendidos no quadro do desenvolvimento pessoal e profissional, onde sua prática possa ser fundamentada em um conjunto de saberes e de saber-fazer manifestado em diversas funções, provocando no individuo uma profusão de saberes potencialmente pertinentes.

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  12. É necessário abolirmos este conceito errôneo que algumas pessoas apresentam sobre a EAD, pois acredito que o sucesso da educação a distancia depende muito mais da criação da instituição e do instrutor, sou tutora do curso de pedagogia em EAD na faculdade anhanguera em Valparaíso de Goiás e vejo na prática o avanço e a qualidade do material e dos profissionais envolvidos neste processo, por isso acredito e indico a quem interessar que faça um curso em EAD, quem realmente quer aprender não faz distinção entre presencial ou a distância, a dedicação e a disciplina do aluno é que fará a diferença.

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  13. Bom dia Professora Simone, constantemente nos deparamos com textos, artigos e comentários sobre a preparação dos professores para o ensino a distancia, porém, eu questiono, os alunos estão sendo preparados para as novas tecnologias e metodologias de formação à distancia? Qual a sua opnião e dos demais frequentadores? Parabens pelo ótimo blog.

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  14. Boa tarde a todos.

    Já estive nos dois lados do ensino à distância, como aluna e também como tutora, e esta vivência me permitiu perceber o quanto ainda é necessário investir tanto na formação do tutor como também na formação dos nossos alunos.

    Como tutora, assim como a professora Viviana, ao ler o excelente artigo da professora Simone, confesso que me senti um personagem daquele texto. Realmente, posso atestar que ainda estamos na era fordista, isto é, o processo é segmentado, há o professor autor, o material didático, o coordenador pedagógico, o suporte técnico, a avaliação, tornando bem difícil a identificação de quem ensina no sistema Ead, e o tutor, infelizmente, ainda, é visto apenas como o “motivador e animador”. Mas, acredito que isto tende a mudar, prova disto é o curso de pós-graduação a distância de Metodologia e Gestão do Ensino a Distância, que assim, como outros colegas que já se apresentaram neste espaço de discussão, também tenho o privilegio de estar fazendo.

    Como aluna, fiz vários cursos via Ead, pois morando em Mato Grosso desde 1983, muitos cursos que eu desejava fazer, na época, a cidade não oferecia, e a distância tornava inviável o meu deslocamento até onde os cursos eram oferecidos, e aí, percebo uma das grandes vantagens do Ead, isto é, oportunizar aprendizagem para quem está longe, mas quer aprender. Entretanto, participei de cursos muito bem elaborados, com material atrativo, tutor bem preparado e alunos que participavam como também participei de cursos muito ruins, desmotivadores, tanto pela falta de preparo do tutor como também do material apresentado para o aluno. E tive colegas de curso maravilhosos, que interagiam, trocavam experiências, enriquecendo o aprendizado de todos, como também tive colegas de curso que não interagiam, não trocavam e as tarefas que deveriam ser feitas colaborativamente, acabam sendo feitas individualmente.

    Desta forma, neste novo processo de aprender, percebemos que estamos avançando a cada dia, tanto na criação de novas ferramentas, como também de estudos e reflexões que nos mostram que o caminho deve ser trilhado tendo sempre em vista a capacitação permanente dos profissionais que vão trabalhar neste novo sistema.

    Quanto a questão levantada pelo colega Renan, sobre os alunos, o que pude sentir nestes 2 anos como tutora é que muitos de nossos alunos ainda não estão preparados para os desafios que o Ead impõem para os mesmos. No Ead, o aluno precisa se perceber como co-responsável do seu aprendizado, não pode ficar esperando, como mero expectador. Além disto, é preciso saber se organizar para o estudo, participar das discussões e interagir tanto com o tutor como também com seus colegas.
    Alguns alunos, apesar de estarmos na era da tecnologia, ainda não têm domínio de como usar estas novas ferramentas e os que já tem este domínio, ainda não perceberam o potencial que a mesma tem voltada para a aprendizagem, isto é, até usam as redes sociais, mas apenas para diversão. Outra grande barreira, que dificulta a maior participação dos alunos é a dificuldade do uso da linguagem escrita, uma vez que esta é a forma de comunicação por excelência neste ambiente. Assim como no ensino presencial, podemos perceber que a maioria dos alunos não lê e tem uma enorme dificuldade tanto na organização das idéias como também na escrita.

    Mas, apesar de todas estas dificuldades, acho maravilhoso o potencial de aprendizagem e educação que estas novas tecnologias nos oferecem, assim é necessário aproveitar da melhor forma possível, sem esquecer que isto só é será possível aliado à capacitação constante dos professores. E espaços como este, são muito importantes para que possamos trocar informações e refletir sobre o nosso fazer pedagógico.
    Um grande abraço a todos.

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  15. Simone,

    Parabéns pelo seu artigo!! Excelente material. A formação e atuação de professores, sobretudo no que tange às novas demandas educacionais Ead, pede um aprendizado voltado para a tecnologias. Sendo uma formação continuada de professores, especialmente os desenvolvidos a partir da educação a distância. É uma nova forma de aprendizado, um novo processo de ensino e aprendizado. Uso de novas ferramentas, a forma de refletir sobre o que está sendo ensinado. Existe a necessidade de uma capacitação permanente. Muito bem dito por você no artigo, é preciso incorporar estas inovações em alguns cursos, para que desta forma se tornem realmente objeto de estudo para construção de novas práticas pedagógicas.

    Abraços..

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  16. Boa noite a todos !
    Parabéns pelas suas colocações Ana Paula, concordo com você quando fala da falta de dominio dos alunos quanto ao uso da tecnologia, e mais ainda, pela preguiça em desenvolver a leitura, na sua maioria assim como no presencial buscam respostas e não perguntas, querem tudo pronto a tempo e a hora,esqueçendo que o conhecimento deve ser construido dia a dia com pequenos atos, pequenos hábitos e uma imensa força de vontade.
    Acredito que falta a alguns pessoas entenderem que a EAD não veio para fornecer certificados mas para inovar a maneira de aprender a aprender, onde o ator principal deste processo não é o professor,mas o aprendiz que existe em cada aluno.
    Eu acredito na EAD e mais ainda no potencial daqueles que realmente conseguem sentir a diferença entre buscar a aprendizagem e construir conhecimentos.
    Um grande abraço a todos, e obrigado pela oportunidade de poder crescer com vocês.

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  17. Simone, parabéns pelo material postado.
    Segue uma breve síntese de um dos capitulos que achei importante.
    A EaD surge oficialmente no Brasil através da Lei nº 9394/1996 e do Decreto-Federal nº 5622/2005. Hoje várias são as Instituições de Ensino Superior brasileiras credenciadas para oferta de diversos cursos de graduação e pós-graduação lato sensu a distância. Por fim o aluno tem seu diploma registrado na forma da lei, não sendo mais necessário ter dúvida se tal curso a distância é realmente reconhecido e eficaz.
    Eu acredito na EaD e estamos somente no início de uma longa jornada de descobertas, estudos e tecnologias.

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  18. Simone,
    primeiramente parabéns pelo belíssimo espaço que nos possibilita o contato com as diversas opiniões e que nos abre margem para reflexões diante desse tema tão importante - a educação. Diante das colocações aqui apresentadas, estamos diante de uma nova era, e como tudo, há os seus pontos positivos e negativos, até que se chegue a um eficaz método. Sendo uma novata no que diz respeito a EaD, porém, já com uns bons anos em atividades educacionais, acredito que tudo depende muito da postura e desempenho do aprendiz como também da qualificação dos profissionais envolvidos. Diante do desenvolvimento temos que aprender a fazer o bom uso das novas ferramentas. Como iniciante, ainda não possuo conhecimentos suficientes para me aprofundar ao debate.

    Abraços,
    Profª Vera Lúcia

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  19. Bom dia meu nome é Soraia e faço pós-graduação em EAD e estou gostando muito, acho os recursos tecnológicos que são disponíveis muito bons apenas ainda não estamos acostumados com a metodologia de ensino penso que logo estaremos tão acostumadas com esta metodologia que acharemos estranho a presencial. Quanto ao texto concordo com os autores que mencionam que quem ensina na EAD é a instituição e completo que é os professores que fazem parte da instituição seus conhecimentos e as tecnologias disponíveis

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  20. Bom Dia, sou graduada em uma faculdade presencial e estou cursando duas especializações em universidades a distância e estou aprendendo muito com o curso, o fato de ser EAD faz com que os alunos e professores usem seu tempo disponível para estudar em casa, usa a internet como uma ferramente de ensino, um "livro virtual" e os professores dão toda a assistencia, concordo com a colega acima e acho que o professor EAD é um complemento importante para formação do alunos.

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  21. Boa tarde, sou graduada em enfermagem presencial e estou cursando duas especializações, uma presencial e uma EaD! Ambas possuem professores capacitados para as funções, a diferença é que a EaD te força a ter uma rotina, não importando o horário de acesso, para resolver os exercícios e leituras fundamentais! Vejo a EaD não como um futuro para educação presencial, mas com um auxílio. E que os professores e alunos devem se capacitar para mais um método e qualificação de educação. Internet não serve apenas para "bobeiras", sabendo usá-la se torna riquíssima.

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  22. Olá a todos/as.
    Quando li o artigo postado pela nossa colega Simone, percebi o quanto será importante o papel do Professor (tutor) na modalidade EaD. Minha preocupação ainda fica direcionada na apresentação de curso pautado no modelo Fordista. Lembro que a educação não é um “caça-níquel” e o aluno não são para nós considerados “clientes”.
    Boa noite a todos/as.
    Abraços.
    Prof. Junior - Química

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  23. Olá, Boa noite
    Sou professora há anos e atualmente estou fazendo pós em Gestão de EaD. Queria compartilhar minha opinião de que vejo essa forma de educar ou de levar a educação para mais perto do aluno. Acredito ser a Educação à Distância uma solução viável para aqueles que querem ter acesso a um curso superior e por razões geográficas e tempo não podem. É claro que, assim como muitos analisam as faculdades e os cursos, antes de prestarem o vestibular, ao se decidirem por uma formação à distância, devem analisar as instituições que estão oferecendo esse tipo de serviço, bem como, os profissionais (corpo docente) das mesmas. O fato das aulas serem presenciais,isto é, o "jeito normal" ,não é garantia de bom aprendizado. Profissionais de hoje, não são mais escolhidos somente pelos diplomas que carregam. A Educação à Distância é uma realidade que já vem acontecendo há algum tempo em países da Europa, Estados Unidos, Ásia, etc. É democrático, moderno e possível. Acredito no trabalho sério de muitas instituições de ensino à distância. Como educadora que sou, eu apoio essa ideia.

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  24. Este novo conceito de aprendizagem requer dos atores uma nova visão de ensino baseado na filosofia do “aprender a aprender”, pois somente assim será possível a construção do conhecimento, que exige cada vez mais mudanças em relação aos atuais hábitos de aprender.

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  25. ola estou fazendo uma Pós - Graduação, sobre EaD, aprendendo varios fatores importantes.

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  26. Prezados.......
    Achei muito rico os comentários de nossa colega Maria Leticia, realmente hoje é uma realidade a modalidade EaD, e o que vem se mostrando atualmente, uma das maiores notas no ENADE.
    Abraços a todos/as........Prof. Junior - Química

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  27. Caros Colegas,
    Boa noite!!
    Quero parabenizar a Profª Simone por seu artigo e aos colegas que postaram seus comentários ao tema no blog da professora.
    Gostaria de acrescentar que acredito na modalidade de Ensino a Distância, mas também acredito que, independente da modalidade, o aluno sempre será "co-participante" do seu aprendizado ou jamais teremos sucesso no desempenho de nossa atividade docente.
    Na experiência que tive enquanto docente, na modalidade presencial, lamento ter presenciado um total desinteresse da grande maioria dos alunos, que participam das aulas apenas de "corpo presente".
    A busca constante pelo saber extrapola as fronteiras da sala de aula e, em qualquer que seja a modalidade, se não houver dedicação e empenho do "aprendiz" não adiantará a boa qualificação do mestre, pois o conhecimento não atingirá o objetivo.
    Quem tem sede por conhecimento aprende em qualquer situação.
    Sucesso a todos em sua busca por conhecimento!!

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  28. Olá pessoal,

    Gostaria inicialmente de parabenizar o texto motivador da discussão e reafirmar a necessidade de uma participação ativa dos alunos no modelo de educação a distância, bem como a necessidade de uma qualificação dos antigos e novos docentes que estão debutando nesta modalidade.

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  29. Boa Tarde Pessoal;

    Muito bom artigo professora Simone, a modalidade EAD é uma realidade e as perspectivas futuras são que a mesma predomine no ambiente de formação de docentes, infelizmente ainda existe certos preconceitos relacionados aos cursos da modalidade, alguns tratam cursos à distâcia com descaso argumentando que os mesmos requer um perfil extremamente auto-didata dos academicos e alegam que a maioria não possuem esse perfil e, sendo assim acabam se formando e se tornando profissionais de baixo nível, minha opinião é exatamente contrária a essa idéia, creio que características como autonomia sobre os estudos, organização para execução das tarefas relacionadas aos estudos, bem como as tecnologias envolvidas no EAD que proporcionam conhecimento ilimitado e interatividade instantanea para exploração dos mais variados temas, sejam atributos que fomentam e capacitam melhor os profissionais para que estejam aptos a encarar o mercado de trabalho e suas particularidades na prática, uma vez que se tornando docente jamais deixaremos de aprender e estudar.

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  30. Esta discussão deve ser feita sempre porque sem a formação adequada os tutores podem não desempenhar o papel necessário para manter o ritmo do curso EAD o que pode causar desinteresse no aluno.

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  31. Bom Dia, ontem fiquei feliz com uma notícia, é que na nova novela das nove a personagem Zuleika (Juliana Knust) estudará em uma Faculdade a Distância e isso mostrará como é essa modalidade de ensino e vai ser muito bom!

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  32. Boa tarde, sou graduada em administração no ensino presencial e estou cursando duas pós-graduações, uma presencial e uma EaD! As duas possuem professores capacitados, mas aqueles da EaD como ficam mais expostos(diferente daqueles que ficam entre 4 paredes nas salas de aula) me dá a impressão que se preparam mais, é claro que isto não é uma regra. Na EaD obrigatoriamente você estuda, te força a ter uma rotina, independente do horário de acesso você vai ler os textos, assistir as aulas, resolver os exercícios e trabalhos. Acredito que não bastam ótimos professores, os alunos precisam estar abertos ao conhecimento e correr atrás da informação. Acredito realmente que a EaD é o futuro da educação. A internet é excepcional para o conhecimento, para coisas boas e infelizmente para ruins.

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  33. Olá, pessoal,
    a EAD desperta muitas discussões e uma delas diz respeito ao papel do tutor/professor. Como prof tutora percebo que diante das muitas funções do tutor na educação a distancia, um aspecto indispensável é proporcionar uma aprendizagem autônoma e interativa. Ou seja, o tutor deve ajudar o aluno no processo de construir estratégias próprias de aprendizagem.
    Assim, precisamos abrir mão de verdades há muito estabelecidas, pois se mantivermos o olhar tradicional sobre o processo educacional criaremos certamente uma “pedagogia neotecnista”, em que a tecnologia será usada apenas como tecnica para cumprir objetivos pré-estabelecidos, sem desenvolver alunos críticos e pensantes!

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  34. Boa noite pessoal,
    Sou enfermeira formada em um curso presencial, já fiz uma especialização também presencial e agora estou fazendo uma EaD. Realmente é diferente.
    Porque quando é presencial, você precisa estar nas aulas presenciais e a distância você precisa se policiar, acompanhar, estudar no seu tempo. É uma ótima tecnologia. E abrange muitas pessoas que não tem tempo para estar em sala de aulas diariamente. Trabalham pela manhã e tarde e a noite separam um tempo para estudar e fazer suas atividades.

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